Copa Davis (finalmente)
•Novembro 9, 2009 • Deixe um comentárioMarcha soldado…
•Setembro 17, 2009 • Deixe um comentárioDesfile de 7 de Setembro. Muito sol, muitas pessoas, muito civismo…vaias à governadora Yeda e outras manifestações pertinentes.
Fragmentos da Chuva [2]
•Setembro 8, 2009 • Deixe um comentárioA chuva de ontem me lembrou de um material que ainda não havia postado da enchente do começo de agosto. Algumas imagens podem ser relembradas aqui. As fotos de casas alagadas daquele post eram do Beco dos Herdeiros, no Bairro Agronomia, lá perto da nascente do Dilúvio. Me lembro que atravessamos uma pequena ponte que ligava duas partes da comunidade e conversamos com alguns moradores. Eles estavam receosos, os órgãos da Prefeitura já não eram mais opções viáveis, e o nível da água avançava. Um senhor, já acostumado às enchentes, levantou uma pequena barreira de terra para evitar que o fluxo de água violento adentrasse às casas, junto aos aguapés arrastados pelo caminho.

No dia seguinte, infelizmente, o esforço daquele senhor não havia adiantado. As casas foram invadidas.
E aquela ponte…já não existe mais.
Ah, e para chegar na outra margem, só por outra ponte ao longe, ligada diretamente ao quintal de uma casa, que estava assim:
Ainda criança [2]
•Agosto 27, 2009 • Deixe um comentárioFragmentos da Chuva
•Agosto 10, 2009 • 2 ComentáriosChuva rende foto. Muita foto. É bom fugir da rotina e sair por aí procurando histórias, fazendo a pauta render. Conversar com pessoas que abrem as portas de casa, te tratam bem e contam suas vidas. É se molhar, enlamear a roupa e passar frio. Mas daí eu volto pra redação, edito as fotos e vou para casa me aquecer. Mas tem pessoas que vão permanecer molhadas e no frio por um bom tempo, destinadas a tentar reconstruir suas vidas até a próxima chuva torrencial. Algumas sem perspectivas, outras acostumadas. “De dois em dois anos cai o muro do vizinho na minha casa”, diz uma delas. A última reforma lhe custou 9 mil reais. Tudo isso para quem mal tem uma casa em uma rua de chão batido no alto do morro. Outro teve a casa de madeira invadida por uma árvore. Junto à dele, a da irmã. A sorte foi que as crianças não estavam em casa. E assim vai, histórias intermináveis, desgraças intermináveis.





































































